A Governança das Informações na Reforma Tributária: Saber Quem Faz Parte do Processo Também É Importante

Todos esses elementos possuem algo em comum, a informação.

Documentos fiscais, eventos, sistemas, cadastros, parametrizações e a importância das pessoas dentro da Reforma Tributária.

Mas tão importante quanto a informação é compreender como ela circula dentro das organizações.

Quem cadastra.

Quem valida.

Quem analisa.

Quem acompanha.

Quem responde.

A Reforma Tributária reforça a necessidade de clareza sobre essas responsabilidades.

A informação percorre várias áreas

Uma operação pode começar no comercial.

Passar pelo cadastro.

Alimentar o sistema.

Gerar documentos.

Produzir reflexos fiscais.

Impactar a contabilidade.

Chegar ao financeiro.

Por isso, a informação raramente pertence a uma única área.

Ela percorre diversos setores da empresa.

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Quando as responsabilidades não estão claras

Em algumas situações, as organizações enfrentam dificuldades não por falta de tecnologia ou de conhecimento.

Mas pela ausência de definições.

Quem é responsável?

Quem deve ser consultado?

Quem participa das decisões?

Quando essas respostas não estão claras, surgem:

  • retrabalho;
  • informações divergentes;
  • dificuldades operacionais;
  • problemas de comunicação.

A Reforma Tributária amplia essa necessidade

O novo ambiente tributário exige:

  • integração;
  • qualidade das informações;
  • processos bem definidos;
  • comunicação entre áreas.

Quanto mais conectados estiverem os processos, maior tende a ser a necessidade de clareza sobre as responsabilidades.

Governança não significa burocracia

Muitas vezes a palavra governança pode parecer distante da rotina das empresas.

Mas, na prática, ela representa algo bastante simples.

Definir:

  • quem executa;
  • quem valida;
  • quem acompanha;
  • quem participa;
  • quem decide.

Essas definições ajudam a reduzir dúvidas e fortalecem os processos.

A comunicação continua sendo essencial

A comunicação apareceu diversas vezes em nossa abordagem.

E ela continua sendo um dos principais pilares da governança das informações.

Compartilhar impactos.

Ouvir as áreas envolvidas.

Alinhar expectativas.

Promover o diálogo.

Tudo isso contribui para a qualidade dos resultados.

A tecnologia apoia os processos

Os sistemas ajudam a registrar informações.

Os documentos ajudam a formalizar operações.

As integrações ajudam a compartilhar dados.

Mas a definição das responsabilidades continua sendo uma atividade das pessoas.

O que as empresas podem fazer?

Algumas medidas podem contribuir:

  • mapear processos;
  • definir responsabilidades;
  • envolver as áreas impactadas;
  • documentar procedimentos;
  • estimular a comunicação.

Quanto maior a clareza, menor tende a ser o retrabalho.

Muito além da informação

Talvez uma das maiores contribuições da governança seja justamente mostrar que a informação precisa de organização.

Ela precisa saber:

  • onde nasce;
  • por onde circula;
  • quem a utiliza;
  • quem a valida.

Isso fortalece os processos e contribui para a qualidade das operações.

Para finalizarmos

A Reforma Tributária reforça a importância da qualidade das informações.

Mas também evidencia a necessidade de clareza sobre as responsabilidades.

Porque documentos, sistemas e processos dependem das pessoas responsáveis por suas atividades.

E compreender quem participa de cada etapa também faz parte da qualidade das informações.

“A informação percorre a empresa inteira. Mas a clareza sobre quem participa do processo ajuda a transformar informações em resultados”.

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