Exportações e a Reforma Tributária: quais oportunidades e cuidados as empresas precisam observar?
Exportar, representa muito mais do que vender produtos ou serviços para outros países.
Significa ampliar mercados.
Fortalecer a competitividade.
Atrair novos clientes.
Gerar crescimento para a empresa.
Ao mesmo tempo, as operações de exportação sempre exigiram atenção especial aos aspectos fiscais, aduaneiros e documentais.
Com a Reforma Tributária, muitas empresas passaram a questionar:
As exportações continuarão desoneradas?
Como ficam os créditos tributários?
Será necessário alterar processos internos?
Os sistemas precisarão ser atualizados?
A boa notícia é que a Reforma Tributária, mantém um dos princípios mais importantes do comércio internacional.
As exportações permanecem desoneradas, buscando preservar a competitividade dos produtos e serviços brasileiros no mercado externo.
Mas, essa competitividade continuará dependendo da qualidade das informações que sustentam cada operação.
Competitividade internacional continua sendo prioridade
Empresas brasileiras, disputam mercado com organizações do mundo inteiro.
Por isso, aumentar artificialmente o custo das exportações significaria reduzir a capacidade competitiva do país.
A Reforma Tributária preserva esse princípio.
Entretanto, manter esse benefício exige operações corretamente estruturadas e documentação consistente.
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A documentação continua sendo protagonista
Toda operação de exportação, produz um grande volume de informações.
Documentos fiscais.
Registros aduaneiros.
Contratos.
Comprovantes.
Informações cambiais.
Classificações fiscais.
Cada documento possui uma função específica.
Mais do que cumprir exigências legais, eles demonstram a regularidade da operação e oferecem suporte para a correta aplicação do tratamento tributário previsto na legislação.
A qualidade dos cadastros influencia toda a operação
Assim como acontece nas importações, a exportação também depende de informações confiáveis.
Cadastro de produtos.
NCM.
Descrição adequada.
Parametrizações.
Integração dos sistemas.
Esses elementos reduzem inconsistências e contribuem para que a empresa opere com maior segurança.
A tecnologia continuará sendo uma grande aliada.
Mas sua eficiência, dependerá da qualidade das informações fornecidas.
Integração entre áreas fortalece a competitividade
Uma exportação bem-sucedida, não depende apenas do departamento comercial.
Ela envolve uma atuação conjunta entre:
Comercial.
Comércio Exterior.
Fiscal.
Financeiro.
Logística.
Contabilidade.
Tecnologia.
Quando essas áreas trabalham de forma integrada, a empresa consegue reduzir riscos, responder mais rapidamente às mudanças e fortalecer sua posição no mercado internacional.
Aproveitamento dos créditos exige organização
Um dos pilares da Reforma Tributária é evitar que os tributos componham o custo das exportações.
Isso reforça a importância da correta gestão dos créditos, previstos na legislação.
Mais do que conhecer esse direito, será necessário manter processos organizados, documentação consistente e controles internos capazes de demonstrar a regularidade das operações.
Organização continua sendo um diferencial competitivo.
O olhar do Fiscal sem Filtro
Quando pensamos em exportação, normalmente imaginamos produtos brasileiros chegando a diferentes países.
Mas existe algo que também atravessa fronteiras.
A credibilidade da empresa.
Ela é construída por informações confiáveis.
Processos bem definidos.
Documentação consistente.
Integração entre áreas.
A Reforma Tributária, preserva a competitividade das exportações.
Mas, continuará exigindo empresas preparadas para demonstrar que cada operação foi realizada com segurança e transparência.
Sem Filtro
Exportar é levar um produto brasileiro para o mundo.
Mas, antes de qualquer mercadoria atravessar uma fronteira, existe algo que precisa estar pronto.
A organização da empresa.
Cada cadastro revisado.
Cada documento emitido corretamente.
Cada processo integrado.
Cada informação validada.
Tudo isso acompanha a operação, muito antes da mercadoria chegar ao seu destino.
A Reforma Tributária preserva a competitividade das exportações.
Mas reforça uma lição que sempre fez parte do comércio internacional.
Produtos atravessam fronteiras.
A confiança também.
E essa confiança começa dentro da própria empresa, muito antes da primeira venda para o exterior.
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